Solidariedade, nucleação e visibilidade

Solidariedade:

  1. Destacamos, inicialmente, o Programa Interinstitucional de Mestrado e Doutorado (MINTER/DINTER) criado em parceria entre a UFES e a UNIVASF (Universidade Federal do Vale do São Francisco – Petrolina - PE e Juazeiro - BA). Diversas disciplinas foram lecionadas no ano de 2008 e no primeiro semestre de 2009 para 13 doutorandos e 10 mestrandos, todos docentes concursados e empossados na UNIVASF. Trata-se de esforço expressivo do Programa quando se considera a distância entre as duas instituições e as dificuldades de locomoção encontradas (cada deslocamento consumia, na época da oferta das disciplinas, de 14 a 16 horas, considerando as escalas – inevitáveis, no caso). Como os docentes da UNIVASF têm poucas chances de afastamento para pós-graduação, uma vez que a instituição está em seu quinto ano de implantação, com o número de docentes sendo ampliado a cada ano para fazer frente às necessidades dos vários cursos, a existência de um Programa Interinstitucional de Pós-Graduação é vista com muito entusiasmo e motivação pelos participantes. Existe a expectativa de que a cooperação resulte em parcerias continuadas, a partir das quais será possível realizar diversos estudos comparativos considerando a diversidade dos contextos que caracterizam a região sede das instituições promotora e receptora. Vale ressaltar que o Programa de Pós-Graduação em Psicologia da Ufes recusou, até hoje, todas as propostas de parcerias no Formato MINTER/DINTER que foram levadas ao conhecimento do corpo docente (todas de natureza comercial), só aceitando a proposta que aqui se descreve pelo fato de tratar-se de instituições pública com características muito peculiares decorrentes de sua recente implantação. Todos os Mestrandos titularam-se em 2010 e quatro dos treze Doutorandos titularam-se em dezembro de 2011.

  2. Está em andamento no Programa um projeto de extensão de grande envergadura, cujo título é: Atualização em Estratégias Psicossociais de Intervenção. O projeto foi estimulado pela constatação de que a formação do profissional de Psicologia, assim como a de profissionais de outras áreas, tem se mostrado insuficiente para capacitar o profissional a lidar com muitas das situações concretas em que precisam intervir e da complexidade dos problemas que enfrentam. Essa insuficiência gera a preocupação com o aperfeiçoamento, identificada pelos profissionais logo após o ingresso no mercado de trabalho, com o intuito de suprir as lacunas da formação acadêmica recebida. No Espírito Santo, nota-se um aumento significativo do número de profissionais de Psicologia que atuam em serviços públicos, nos últimos anos. Muitos desses psicólogos retornam à universidade em busca de atualização, seja concorrendo a uma vaga de Mestrado, seja informalmente por meio de contato com seus ex-professores. Diante do desafio de complementar a formação profissional, de forma a capacitar os profissionais da área para intervir em problemas sociais, o projeto em tela foi proposto, pretendendo criar condições para a discussão de temas pertinentes e fornecer subsídios teóricos e metodológicos para o planejamento de estratégias de intervenção, visando a capacitação de profissionais que atuam em serviços públicos governamentais e/ou não-governamentais, em Psicologia e áreas afins. Considerando tal meta geral, a proposta tem como objetivos: 1) Identificar interesses e necessidades dos profissionais, proporcionando um espaço de diálogo e discussão acerca de suas vivências e dúvidas no cotidiano da Instituição, no sentido de promover um suporte adicional para o enfrentamento das situações de trabalho; 2) Analisar o contexto em que trabalham, contribuindo para a reflexão sobre seus fazeres e sobre a eficácia e as conseqüências de suas ações; 3) Contribuir na superação de possíveis lacunas entre a formação e a prática profissional identificadas pelos profissionais; 4) Identificar e selecionar estratégias psicossociais de intervenção adequadas à melhoria da atuação profissional; 5) Identificar variáveis que possam viabilizar atuações profissionais voltadas ao interesse da coletividade; 6) Planejar procedimentos de avaliação para o próprio trabalho; 7) Integrar diferentes áreas de conhecimento, visando à elaboração e ao planejamento de estratégias de intervenção psicossociais. São realizados 10 grupos de discussão com os profissionais durante o ano, em que são discutidos, em média, quatro textos. Cada encontro tem a duração de 4 horas, sendo assim organizados: 1ª parte – discussão dos textos; 2ª parte – contextualização do conteúdo abordado nos textos na prática profissional dos participantes. Os profissionais entregam mensalmente os registros de suas atividades no trabalho. Esses registros são a base para as discussões da segunda parte das reuniões. Os grupos de discussão são sempre conduzidos por professores da equipe executora, e são registrados por uma monitora (aluna de graduação). Os profissionais contam, também, com o apoio de alunos de Mestrado e Doutorado do Programa de Pós-Graduação em Psicologia da UFES, que acompanham os registros e fazem visitas às instituições. A equipe organizadora realiza reuniões mensais ou quinzenais de planejamento, de acordo com a periodicidade dos encontros. Como é possível depreender a partir da descrição do projeto, trata-se de atividade de considerável impacto social sobre a qualidade da atuação dos profissionais da área, o que evidentemente, beneficia a população por eles atendida.

3) Desde agosto de 2006, está sendo realizada, na Unidade de Tratamento Intensivo Neonatal (UTIN) do Hospital Dr. Dório Silva (HDDS), uma atividade de pesquisa/intervenção sobre Avaliação e intervenção psicológica com crianças nascidas pré-termo e com baixo peso, suas mães e profissionais da UTIN, com financiamento do Conselho Nacional de Pesquisa e Desenvolvimento Científico e Tecnológico, órgão do Ministério da Ciência e Tecnologia (CNPq/MCT Proc. nº. 485564/2006-8). Está sob a coordenação da Profa. Sônia Regina Fiorim Enumo, atual Primeira Secretária da Sociedade Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento, e a vice-coordenação da Profa. Kely Maria Pereira de Paula, docentes do Departamento de Psicologia Social e do Desenvolvimento (DPSD) e do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGP) da Universidade Federal do Espírito Santo (UFES). Trata-se de projeto integrado de pesquisa incluindo vários subprojetos, com a duração de três anos, contando também com a participação de: Prof. Sávio Silveira de Queiroz (DPSD/PPGP/UFES), atual presidente da Sociedade Brasileira de Psicologia do Desenvolvimento; Sandra Willéia Martins - médica neonatologista da UTIN do HDDS e do HUCAM, com Mestrado em Psicologia/UFES; Pasqualina Magliano - médica neurologista responsável pelo Ambulatório de Neurologia do HDDS; Romildo Rocha Azevedo Jr. - estatístico com Mestrado em Melhoria Genética, docente do Centro Universitário de Vila Velha – UVV; Analistas de sistema com Mestrado em Informática/UFES - Luciana da Silva Soprani e Renata Nogueira Leal; Alunos de graduação em Psicologia/UFES: Ariadne Dettman Alves, Daniele de Sousa Garioli, Glenda Almeida Pratti, Grace Rangel Felizardo, Jessica Puppin da Silva, Juliana Peterle Ronchi, Patrícia Braga dos Santos, Rafael Rubens de Queiroz Balbi Neto, Thiara Avelino Freire Ferreira, Viviane Nunes Gomes; Mestrandas do PPGP/UFES Christyne Gomes Toledo de Oliveira (bolsista FAPES), Daiana Stursa e Elissa Orlandi Moraes (bolsistas CAPES); Doutorandas do PPGP/UFES - Alessandra Brunoro Motta (bolsista do CNPq), Cláudia Patrocínio Pedroza Canal (bolsista da CAPES), Erika da Silva Ferrão (bolsista da CAPES) e Flávia Almeida Turini (bolsista do CNPq). Enfatizando a prevenção de problemas de desenvolvimento infantil, essas pesquisas visam a avaliar o desenvolvimento geral de crianças de 0 a 3 anos e com 5 anos de idade, nascidas prematuras e com baixo peso, atendidas no HDDS, município da Serra – ES, identificando as possíveis áreas de atraso no desenvolvimento e subsidiando a elaboração de propostas de intervenção que promovam o desenvolvimento infantil. Para isso, participarão, além dos bebês e das crianças, suas mães, os profissionais do serviço de atendimento neonatal e os médicos responsáveis pelo atendimento pré-natal, perinatal e neonatal e berçário, sendo também coletados dados em diversas fontes de informação disponíveis no Ambulatório de Neurologia do HDDS. Este ambulatório tem dados arquivados desde 1994 sobre as crianças atendidas até os 7 anos de idade, os quais irão compor um grande banco de dados informatizado sobre as condições de desenvolvimento infantil. Além dos procedimentos de avaliação, alguns dos participantes (profissionais da UTIN e as mães) serão submetidos a programas de intervenção psicológica voltados para a promoção do desenvolvimento infantil. Seguindo a tendência nacional de acompanhar as crianças que nasceram em condições adversas, por meio de Programas de Follow up e de vigilância do desenvolvimento, para evitar as prováveis conseqüências relacionadas a problemas de aprendizagem, esse grande projeto faz parte dos trabalhos do Grupo de Pesquisa Processos Psicológicos e Saúde (UFES/CNPq), do Grupo de Pesquisa em Processos de Desenvolvimento e Aprendizagem Humana (UFES/CNPq), do Grupo de Pesquisa em Psicologia Pediátrica (USP/CNPq) e do Grupo de Trabalho em Psicologia Pediátrica da Associação Nacional de Pesquisa e Pós-Graduação em Psicologia. Unem-se, assim, várias instâncias públicas voltadas à formação educacional, ao financiamento de pesquisa e ao atendimento na área da saúde, numa interface que visa à produção de conhecimento sobre uma parcela da população em risco para problemas de desenvolvimento, fornecendo dados que podem subsidiar as políticas públicas locais e regionais.

  1. Três docentes do PPGP (Lídio de Souza, Maria Cristina Smith Menandro, Mariana Bonomo – Procad/Capes) em colaboração com uma Doutoranda (Miriam Béccheri Cortez) desenvolvem um Projeto de Intervivência Universitária (PIU) com jovens de região rural do Norte do Espírito Santo. A questão central que norteia a presente proposta está ancorada no processo de construção da identidade campesina em território rural, especificamente entre a população juvenil oriunda do modelo sócio-tradicional das pequenas comunidades rurais e modo de produção essencialmente agrícola. A área de abrangência do projeto será o norte do Estado do Espírito Santo, região pertencente ao semi-árido brasileiro, cujo abandono dos espaços rurais pela população juvenil configura-se como grave problema para a organização do tecido social local, bem como representa uma ameaça ao próprio modo de produção agrícola baseado no sistema da agricultura familiar. O fluxo migratório em direção aos grandes centros urbanos, com o conseqüente abandono dos espaços rurais, é um processo que transformou radicalmente o quadro populacional brasileiro, produzindo problemas de diversas ordens tanto no campo quanto na cidade. Aliadas à escassez de políticas públicas e ao desfavorecimento sócio-econômico, as representações associadas ao homem do campo agravam ainda mais o processo de identificação dos jovens campesinos com o modo de vida rural. Contudo, o próprio contexto rural, através dos movimentos sociais, tem atuado na construção de alternativas para frear esse êxodo, e o modelo da Escola Família Agrícola (EFA) é fruto desse processo. A EFA atua em todo o território nacional como uma estratégia político-pedagógica para um modo de vida que se quer rural, apesar do massivo processo de urbanização e da perspectiva desenvolvimentista urbano-centrada. O forte ideário de um modelo de vida urbano, sustentado no intenso investimento em uma imagem positiva da cidade e negativa do campo, orienta processos que culminam na negação, sobretudo psicológica, da identidade campesina. Em parceria com a EFA, o presente projeto pretende atuar no fortalecimento da identidade campesina, proporcionando aos jovens rurais, com idades entre 14 e 18 anos, provenientes e inseridos no modo de vida rural e comunitário, uma experiência formativa positiva junto ao espaço universitário. Através da necessária apropriação de recursos técnico-científicos e reflexivos objetiva-se a criação de um espaço de debate e desmistificação dos clássicos estereótipos construídos sobre a categoria social camponesa. Assim, a Psicologia Social se alia à realidade rural, contribuindo para a compreensão dos processos que orientam essa dinâmica psicossocial propondo-se a pensar os homens e mulheres do campo não apenas a partir do trabalhado rural, mas principalmente com vistas a contribuir para o reconhecimento de uma identidade campesina e de um modo de vida propriamente camponês. Trata-se de projeto que mobiliza grande parte do Programa em alguns momentos. O projeto, intitulado Vivendo no mundo rural: educação coletiva e identidade social, conta com auxílio financeiro do CNPq obtido em edital para projetos voltados à vida agrícola, e com auxílio do Ministério da Educação para projetos de extensão selecionados pela Universidade.

  2. Sob Coordenação das Professoras Edinete Maria Rosa e Célia Regina Rangel Nascimento (que ainda não integra o quadro de orientadores do Programa) funciona no PPGP desde 2008 o Núcleo de Estudos, Pesquisa e Intervenção com Crianças e Adolescentes em Situação de Vulnerabilidade – NECRIAD. O objetivo do NECRIAD é compartilhar discussões e reflexões teóricas com profissionais que trabalham em instituições de acolhimento de crianças e adolescentes.

  3. O professor Elizeu Batista Borloti ministrou o curso: Atualização sobre intervenção breve e aconselhamento motivacional em crack e outras drogas. A atividade ocorreu no CRR-ES – Centro Regional de Referência sobre Drogas do Espírito Santo. A atividade resultou em texto publicado no livro texto que serviu de base ao curso.

Nucleação:

O Programa, cujo doutorado foi implantado apenas em 2000, com as primeiras teses defendidas em 2004, ainda não reúne elementos que possam caracterizar ação efetiva em termos de nucleação. Ainda assim, deve ser ressaltada a presença de egressos do Programa como orientadores de Programas de Pós-Graduação, em cinco Programas da própria UFES e em outros sete Programas em diferentes instituições: UFMG (dois casos), UFSC, UFG, UFPB, UFAM, UFMT e UERJ.

Apresentamos a seguir informações mais detalhadas sobre os egressos do Programa.

A. SITUAÇÃO OCUPACIONAL DOS EGRESSOS DO PROGRAMA

Até o final de 2011, com 19 anos e meio de funcionamento do curso e 18 turmas com mestrado defendido, foram titulados 213 Mestres.

Desses titulados, 38 (17,8%) prosseguiram com a formação pós-graduada e já concluíram Doutorado, nos seguintes Programas:
A) UFES – Psicologia [19 casos]
B) USP – Psicologia do Desenvolvimento Humano [2 casos]
C) USP – Psicologia Social [2 casos]
D) PUC/SP – Psicologia Social [2 casos]
E) PUC/SP – Serviço Social [1 caso]
F) USP – Enfermagem [1 caso]
G) ENSP/FIOCRUZ – Saúde Pública [2]
H) UFRJ – Enfermagem [1 caso]
I) UENF – Ciências Ambientais [1 caso]
J) UFSCar – Ecologia [1 caso]
K) UFMG – Geografia [1 caso]
L) UNIFESP – Psiquiatria [1 caso]
M) Universidade de Buenos Aires, Argentina – Epidemiologia e Saúde Pública [1 caso]
N) UFES – Ciências Fisiológicas [1 caso]
O) UFSC – Psicologia [1 caso]
P) Universidade do Porto – Portugal – Ciência do Desporto [1 caso]

Segue-se a relação nominal dos doutores acima mencionados:
A) Maria Cristina Smith Menandro, Adriano Roberto Afonso do Nascimento, Ingrid Faria Gianórdoli-Nascimento, Fabrício de Souza, Meire Andersan Fiorot, Maria Inês Badaró Moreira, Alessandra Brunoro Motta, Gilead Marchezi Tavares, Sibelle Maria Martins de Barros, Érika da Silva Ferrão, Claudia Patrocínio Pedroza Canal, Sabrine Mantuan dos Santos Coutinho, Priscilla de Oliveira Martins, Daniel Henrique Pereira Espíndula, Kirlla Cristhine Almeida Dornelas, Mariana Bonomo, Claudimara Chisté dos Santos, Flávia Almeida Turini, Luciana Souza Borges (incluindo alguns que passaram direto ao nível de doutorado).
B) Sávio Silveira de Queiroz, Claudia Broetto Rossetti.
C) Maria Lúcia Teixeira Garcia, Edinete Maria Rosa.
D) Márcia Prezoti Palassi, Elizeu Batista Borloti.
E) Maria Beatriz Lima Herkenhoff.
F) Nágela Valadão Cade.
G) Vidigal de Andrade Vieira, Maria Angélica Carvalho Andrade.
H) Sheilla Diniz Silveira Bicudo.
I) Sérgio Ricardo Floeter.
J) Marlon Zortéa.
K) Gilsa Helena Barcelos.
L) Liliane Calil Guerreiro da Silva.
M) Andrea Carlesso Lozer.
N) Simone Cristina Aires Domingues.
O) André Heloy Ávila
P) Paulo Castelar Perim

Outros 48 Mestres estão, presentemente, matriculados em nível de Doutorado, nos seguintes Programas:
A) UFES - Psicologia [41 casos: Alex Roberto Machado, Alexandre Cardoso Aranzedo, Alexandre Sant’Ana de Brito, Alice Melo Pessotti, Alline Nunes Andrade, Ariadne Dettman Alves, Beatriz Baptista Tesche, Carolina Oliveira de Brito, Christyne Gomes Toledo de Oliveira, Claudia Balestreiro Pepino, Daiana Stursa, Daniele de Souza Garioli, Eduardo Coelho Ceotto, Fabiana Pinheiro Ramos, Fábio Nogueira Pereira, Fernanda Helena de Freitas Miranda, Grace Rangel Felizardo Lorencini, Hugo Cristo Sant’Ana, Kelly Ambrósio Silveira, Lorena Queiroz Merízio, Luciana Bicalho Reis, Luciana Chequer Saraiva Messa, Luciana Teles Moura, Luciano de Sousa Cunha, Luiz Gustavo Silva Souza, Marcelo Menezes Salgado, Mariane Ranzani Ciscon Evangelista, Marina Médici Loureiro Subtil, Milena Bertollo Nardi, Milena Fiorim de Lima, Miriam Béccheri Cortez, Mônica Cola Cariello Brotas Corrêa, Paula Coimbra da Costa Pereira Hostert, Pedro Machado Ribeiro Neto, Rafael Rubens de Queiroz Balbi Neto, Rebeca Valadão Bussinger, Samira Bissoli Saleme, Sandra Wiléia Martins, Simone Chabudee Pylro, Simone Ferreira Alvim, Sirley Trugilho da Silva]
B) USP – Psicologia Escolar e do Desenvolvimento [Liana Gama do Vale, Ana Paula Sthel Caiado]
C) UFES – Educação [Elizabete Bassani]
D) UFRJ – Serviço Social [Cenira Andrade de Oliveira]
E) UFRGS – Psicologia [Paola Vargas Barbosa]
F) FIOCRUZ – RJ – Saúde Pública [Gizelly de Carvalho Martins]
G) USP – Psicologia Clínica [Vitor Silva Mendonça]

Destacamos, diante de tal Quadro, o fato de que 86 Mestres titulados no Programa cursaram ou estão cursando o nível de Doutorado, o que representa 40,4% dos titulados.

Até o final de 2011, com 12 anos de funcionamento do nível de Doutorado no Programa, foram titulados 43 Doutores, dos quais 41 (95,3%) atuam no ensino superior e na produção de conhecimento.

Presentemente, os 43 Doutores titulados pelo Programa estão assim distribuídos em termos de atuação profissional:

A) 14 são docentes da UFES (um deles na condição de substituto).
B) 7 são docentes de instituições privadas no ES (3 são Coordenadores de Curso).
C) 5 são docentes da UNIVASF.
D) 2 são docentes da UFMG.
D) 1 é docente da UFRJ.
E) 1 é docente da UFMT.
F) 1 é docente da UFPB.
G) 1 é docente da UFBA.
H) 1 é docente da UNIFESP.
I) 1 é docente da UFAM.
J) 1 é docente da UFV – Minas Gerais.
K) 1 é docente da Universidade Católica de Petrópolis.
L) 1 é docente da UERJ.
M) 1 é docente da UECG – Paraíba.
N) 1 é docente de instituição de ensino superior privado em MG.
O) 1 é docente de instituição de ensino superior privado em SE.
P) 1 é bolsistas de pós-doutorado na UFES.
Q) 1 atua na UFSCar, mas não integra o Quadro Docente.
R) 1 atua como consultora de Análise do Comportamento no St. Amant Research Centre, em Winnipeg, Canadá. [http://www.stamant.mb.ca]

Doze dos Doutores titulados no Programa já atuam como orientadores em Programas de Pós-Graduação stricto sensu.

Visibilidade:

O Programa mantém página na Internet com informações relevantes para eventuais interessados e disponibiliza os resumos de todas as dissertações e teses defendidas. Desde 2006 vem permitindo acesso ao texto integral de suas dissertações e teses (inicialmente aquelas defendidas a partir de 2005). A página do Programa pode ser localizada no endereço www.ufes.br/~dpg/psicologia.

Adicionalmente, a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação da UFES mantém página na qual são disponibilizadas todas as informações que estão no sistema de gerenciamento acadêmico dos Programas (portarias de homologação e conceito do Programa, linhas de pesquisa, coordenação, corpo docente, dissertações e teses defendidas, projetos de pesquisa cadastrados, oferta de disciplinas), e informa o site oficial do Programa. Esse sistema está em processo de aperfeiçoamento e ainda apresenta algumas incorreções.

Transparência Pública
Acesso à informação

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